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Núcleo de Pesquisa - Palinologia
O
Núcleo de Pesquisa em Palinologia foi criado
na reforma administrativa do Instituto de Botânica
de 2009 através da mudança de nome
da antiga Seção de Dicotiledôneas,
instituída em 1969.
O Núcleo
de Pesquisa em Palinologia desenvolve pesquisas
estudando não só o pólen
das dicotiledôneas como também o
das monocotiledôneas, das gimnospermas assim
como os esporos de pteridófitas.
As atuais atribuições do Núcleo
de Pesquisa em Palinologia são as seguintes:
I. Desenvolver pesquisas sobre:
a) Levantamentos dos espectros
esporo-polínicos em diferentes ecossistemas,
preservados ou degradados;
b) Palinotaxonomia e morfologia
dos grãos de pólen e esporos.
II. Preservar,
organizar e desenvolver a palinoteca, a documentação
fotográfica e o catálogo geral das
coleções.
São desenvolvidas diversas
linhas de pesquisa como:
a. levantamentos polínicos
nos diferentes ecossistemas, com enfoque palinotaxonômico
e morfológico dos grãos de pólen
e esporos, dando suporte à sistemática
vegetal e aos estudos aplicados em palinologia
(paleoclimáticos, melissopalinológicos,
etc) ;
b. estudos palinológicos
em áreas sujeitas a impactos ambientais;
c. análises esporo-polínicas
em sedimentos de solos pretéritos e atuais
de diferentes ambientes terrestres;
d. análises melissopalinológicas
em sedimentos de produtos apícolas (mel,
pólen apícola e própolis)
de diferentes ambientes, contribuindo para sua
certificação botânica, qualidade
e procedência;
e. manutenção e
atualização da palinoteca, coleção
de grãos de pólen e esporos que
conta atualmente com aproximadamente 16.000 lâminas;
f. formação de
recursos humanos em diversos níveis, compatíveis
com as necessidades do interessado e de seu campo
de atuação.
Faz
interface com Universidades, em especial UNICAMP,
USP, UNIFESP, UFV e UFRJ através de cursos
de pós-graduação e com professores
universitários, em projetos específicos;
com alunos de graduação e pós-graduação
de diversas instituições de ensino
e pesquisa através de estágios e
orientações de dissertações
e teses; com médicos, em especial - alergistas,
e com indústrias farmacêuticas, pois
o pólen de algumas espécies vegetais
pode causar alergia; com apicultores e indústrias
de alimento que necessitem eventualmente de conhecimentos
morfopolínicos para análise e identificação
do pólen presente nos produtos apícolas
e, com taxonomistas, ecólogos, geólogos,
paleobotânicos, arqueólogos e indústrias
petrolíferas, que utilizam a palinologia
em suas pesquisas.
Imagens
de grãos Coletados pela Seção
de Palinologia |
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